GUERREIRO'S de Sangue Azul

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

FORMATURA DA GUARDA MUNICIPAL DE CAMPINA GRANDE-PB


                             
   
       

 Com grande visão sobre segurança pública o prefeito Veneziano Vital do Rego,reconstruiu a GUARDA MUNICIPAL de campina grande,para dar uma maior segurança ao povo campinese,com compromisso,muitos esforços e determinação foi desenvolvido um trabalho sério e com muita responsabilidade  do gestor desse município.QUE SIGA DE EXEMPLO PARA OS DEMAIS E NOVOS GESTORES DA  PARAÍBA.
Parabéns Veneziano
Parabêns a Guarda unicipal de Campina Grende

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Guarda Municipal Inaugura Sistema de Monitoramento

Sistema de monitoramento será inaugurado hoje com 10 câmeras



 
 
O sistema de monitoramento no centro e pontos de grande movimento de Umuarama será inaugurado às 16h de hoje. A instalação e a fase de ajustes foram concluídas nesta semana e as 10 câmeras já estão operando. Uma rede wireless (sem fio) leva as imagens à sede da Guarda Municipal, onde foi implantada a Central de Comando Operacional (CCO) – em uma sala com monitores de vídeo e guardas municipais, que vão orientar o atendimento de ocorrências e observar os pontos monitorados. Uma empresa especializada no fornecimento e instalação da rede de dados, locação de infraestrutura e equipamentos de radiocomunicação de dados, voz e imagem, foi contratada através de licitação e implantou o sistema integrado de gerenciamento e controle da CCO. O contrato inclui manutenção, assistência técnica, assessoria, reposição de equipamentos e demais serviços necessários para operacionalização dos sistemas, pelo prazo de 12 meses. “A sala da CCO funciona na sede da Guarda Municipal. A cada turno, dois guardas trabalham na operacionalização da central de videomonitoramento”, informou o secretário municipal de Defesa Social, Romulo Rauen. Para agilizar o atendimento das ocorrências, a localização das viaturas da GM será monitorada por GPS. “O atendimento será mais rápido, pois acompanhando a movimentação das viaturas através do GPS os operadores vão acionar a equipe que estiver mais próxima, quando houver um chamado”, acrescentou o secretário. Essa agilidade é uma exigência do prefeito Moacir Silva, para aumentar a sensação de segurança na cidade. “É um amplo sistema que estamos implantando e o objetivo é dar mais segurança à população. As imagens ajudam a compreender melhor o fluxo do trânsito, a movimentação da população e tudo fica gravado. Em caso de ocorrência nos locais monitorados, as imagens poderão ajudar na apuração dos fatos”, disse o prefeito. Cerca de R$ 280 mil foram investidos no sistema de monitoramento e rastreamento das viaturas, com recursos federais obtidos através do deputado federal Osmar Serraglio. “É uma nova e importante ferramenta, que além de garantir mais segurança nesses locais vai aumentar a integração entre as forças de segurança de Umuarama, vista como exemplo em todo estado”, completou Moacir Silva. QUALIDADE As imagens geradas pelas 10 câmeras ficarão armazenadas em um servidor, montado na Guarda Municipal, por 30 dias. O sistema permite recuperar as gravações de todos os pontos monitorados, neste período. “As imagens feitas durante o dia contam com uma nitidez impressionante e as noturnas também têm boa qualidade. As câmeras têm zoom analógico de 36 vezes e digital de 12 vezes. Elas giram 360º e se movimentam automaticamente, de forma pré-programada, e também através do controle manual. Os operadores receberam treinamento e estão aptos a conduzir o sistema”, acrescentou o secretário Rauen.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

OS MUNICÍPIOS, AS GUARDAS MUNICIPAIS, A SEGURANÇA PÚBLICA e o ESTATUTO DO DESARMAMENTO

DR. OSMAR VENTRIS - OAB/SP 121930
Advogado Criminalista Formado pela USP, Consultor, Palestrista
Especialista em Segurança Pública Municipal e Guarda Municipal.
Coordenador do Departamento Jurídico da UNGCM -UNIÃO NACIONAL DOS GUARDAS CIVIS MUNICIPAIS DO BRASIL;
Coordenador de Cursos e Concursos do IPECS - Instituto de Pesquisas, Ensino e Consultoria Técnica em Segurança Pública Municipal.
Professor de Direito, Direitos Humanos e Relações Humanas para Guardas Municipais, Agentes Municipais de Trânsito e de Defesa Civil


A violência e a criminalidade está alcançando em nosso país, índices jamais vistos. A crime está se organizando cada vez mais, suas ramificações nos poderes do estado estão se manifestando. A ousadia da criminalidade chega a ser cinematográfico. A População estupefata assiste as autoridades aturdidas fazendo promessas que, sabidamente não surtirão efeitos práticos algum. Chegou-se ao pondo de não se saber o que fazer com um prisioneiro, eis que onde ele estiver, na verdade estará o quartel general do crime. Por outro lado, está mais fácil e mais seguro comandar o crime de trás das grades de um estabelecimento prisional, de preferência de segurança máxima.

A prática corriqueira de novos crimes tornou-se comum. O sequestro ingressou na moda e se aprimorou. Surgiu o chamado sequestro relâmpago, que vitima homens, mulheres e jovens, indistintamente, Qualquer pessoa é passível de extorsão mediante cárcere privado. A Droga dita normas que o cidadão assustado não ousa descumprir. Fugas cinematográficas. Presídios ditos de segurança máxima se convertendo em QG das ações criminosas. Postas da Polícia, da Guarda Municipal e Fóruns são metralhados. Manifestações de representantes do Poder Público, estupefatos mais confundem do que resolvem.


Todavia, sabemos que a criminalidade NÃO NASCE GRANDE! Primeiramente, tem que encontrar campo fértil para que possa germinar, aparecer, "dar sua cara" ao mundo. Superada esta primeira etapa, não encontrando resistência, passa a ocupar espaços e se tornar mais contundente, até que ganhe tal força que, aquele que se rebelar contra, pode ter a própria vida ameaçada. A frágil plantinha se tornou um fortíssimo e resistente tronco, com suas ramificações e raízes solidamente fincado no seio da sociedade.


Porém, que campo fértil é este que permite a germinação da criminalidade e da violência?. Na verdade, são vários fatores que compõem o fertilidade para a criminalidade germinar. 


Um desses fatores, com certeza, é a omissão histórica dos municípios brasileiros na questão da segurança pública. Sob a alegação de que a Segurança é obrigação do Estado, numa interpretação (ou melhor, falta de interpretação) do artigo 144 da Constituição Federal, os municípios brasileiros nunca se preocuparam que esta questão. "O exame das ocorrências policiais revela que em regra o crime é um fenômeno social local, acontecendo em maior ou menor escala em determinadas áreas da cidades, como conseqüência de tempo, lugar e oportunidades pelas vítimas ou pela ausência da vigilância policial".


Logicamente que o Estado (membro), tendo a sua sede no capital, se preocupa mais com os grandes centros e, mesmo assim não dá conta do recado, pois, por falta de prioridade, a pasta da Segurança vive amargando falta de recursos financeiros que se reverte em falta de recursos humanos, materiais e logísticos. Disto resulta que, muitos municípios ficam com efetivo muito diminuto de policiais do Estado, gerando a sensação de total despoliciamento.


Tais fatores, combinados á falta de programas sociais, educacionais, emprego, habitacionais, etc., até em conseqüência da opção política pela saúde econômica em detrimento da saúde social, aliada á falta de cultura preventiva de nossos governantes imediatistas, resultou na fertilidade para o surgimento e enraizamento da violência e da criminalidade no país todo.. 


Como a Segurança Pública municipal nunca foi objeto de preocupação local, também não mereceu pelo poder local, uma análise mais detalhada, concebida mediante a elaboração de um diagnóstico prévio que permitisse particularizar os problemas de insegurança no município e micro região que, ao mesmo tempo, pudesse nortear a adoção de ações da competência municipal necessárias para inibir a criminalidade e a violência. Ações estas que viriam complementar e solidificar políticas regionais, estadual e federal, eis que, sabidamente, tanto a violência como a criminalidade tem origem em problemas estruturais brasileiros, notadamente de cunho social. 


Enquanto isso, na América do Norte era aplicada um programa de combate á violência denominado "Tolerância Zero" , seguido de grande propaganda, a qual veio exercer grande influência nos meios políticos e policiais brasileiros. Diante de tal realidade, somando-se a pressão popular sobre as prefeituras e a crescente violência e criminalidade, não restou alternativa senão o Poder Público Municipal se conscientizar de que a segurança pública é responsabilidade de todos e dever das três esferas administrativas do Estado e, assim, optar por dar a devida atenção para as questões relativas á segurança do cidadão e da manutenção da ordem pública já na célula- máter da Federação, que é o município.


O município, então, passou a ser parceiro integrante e necessário para elaboração de um programa nacional consistente de Segurança Pública, até porque, como a violência se manifesta desde o início no município, o próprio município tem vocação nata para trabalhar com questões sociais locais e pontuais através de ações comunitárias visando eliminar ou minimizar a germinação e proliferação da violência e da criminalidade, desde que conte com o apoio financeiro e logístico das demais esferas administrativas do Estado.


As Guardas Municipais se apresentaram como nova e moderna alternativa de prestação de serviços público de segurança ao cidadão. Por serem instituições municipais (locais) e constituída por elementos do município e região, são instituições que respeitam as tradições, cultura, folclore e costumes locais. Seus integrantes têm amor á cidade e às coisas da cidade. Ao contrário de outras instituições que nasceram da necessidade de proteger os governantes, os interesses do Estado, das oligarquias e classes dominantes e, mais tarde, sob influência da doutrina de Segurança Nacional, passou a ver o cidadão que discordava do sistema como um inimigo a ser combatido (daí a atividade policial ser visto como atividade de "combate" ao crime, ou "guerra contra o crime" ao invés de ser considerado um serviço público relevante de preservação ou restauração da ordem pública e manutenção da segurança pública com respeito aos direitos do cidadão (lembre-se do que ocorreu recentemente com um dentista recém formado na grande São Paulo só por ser negro, segundo a TV Globo). Trata-se de corporações gigantescas cujos integrantes vêm de outras pradarias para fazer patrulhamento na nossa cidade, desconhecendo a até zombando dos costumes e trejeitos próprios dos moradores da cidade e que, quando praticam algum delito, o munícipe dificilmente o identifica, pois a sede do Batalhão raramente fica no mesmo município, se pequeno for.

As Guardas Municipais, por seu turno, nasceram, conforme vimos acima, da necessidade sentida pela população em ter sua segurança melhorada. Respondendo aos anseios do público, no início timidamente, depois, mediante cursos de capacitação, as Guardas Municipais foram se destacando por atender basicamente os interesses da população! Não é por acaso que o chamado AUXÍLIO AO PÚBLICO está sendo a menina dos olhos das Guardas Municipais. Para cada município a Guarda Municipal passou a ser considerado "patrimônio nosso!". Há uma identificação entre a instituição e a população. 


A Segurança Pública é uma atividade que diz respeito à sociedade civil. Portanto, o policiamento, como ação de Segurança Pública, é uma atividade iminentemente civil que deve ser realizada segundo os preceitos e princípios a administração pública (princípios de Direito Administrativo e Constitucional), tais como legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, igualdade, isonomia, razoabilidade, etc. As Guardas Municipais, instituições civis para trabalhar com o público civil, incorporou essa filosofia de trabalho, realizando serviço público de segurança do cidadão com respeito aos direitos do cidadão, por isso mesmo, passou a ser considerada "coisa da nossa cidade". Uma Guarda Municipal se apresentando em outro município representa o município a que pertence. È motivo de orgulho! 


Por outro lado, o controle externo sobre a Corporação é exercido pela própria população, já queo os integrantes das Guardas também são conhecidos da população local. Seu comandante é de fácil acesso, o prefeito é conhecido inclusive sua residência. Por outro lado, os Guardas Municipais, por serem oriundos da cidade e região, já traz a vocação de amor á cidade, pois é o lar de seus familiares também. Por ser uma instituição subordinada à Prefeitura local e, tendo a Prefeitura a missão de trabalhar com os problemas sociais que afligem parte da população, as Guardas Municipais também nascem com esta missão., ou seja, a de executar ações sociais comunitárias, merecendo destaque o trabalho de auxílio ao público realizadas pelas mesmas. 


Outra marca das Guardas Municipais é garra, vontade de trabalhar e de oferecer serviços à população, a tal ponto do Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, declarar pela imprensa que. "Hoje as guardas municipais são bem mais que uma polícia para proteger o patrimônio público. As guardas já estão no dia-a-dia de várias cidades brasileiras", afirmou. Na verdade, as necessidades e aflições dos munícipes são as necessidades e aflições da Guarda Municipal. 


Resultado: As Guardas Municipais passaram a ser valorizadas, treinadas e equipadas para atuar na origem da criminalidade e da violência mediante ações comunitárias e mediante ações preventivas de segurança e de ações sociais comunitárias junto ao público infanto-juvenil excluído socialmente e à mercê da criminalidade, notadamente do tráfico e da prostituição e gravidez precoce e, ainda, Executando ações de auxílio ao público promovendo a cidadania segurança pública, se oferecem como instrumento para o exercício da cidadania.


Todavia, na contra mão da história, eis que o governo federal surpreende a todos com a edição de uma legislação que só vem atrapalhar os relevantes serviços prestados pelas Guardas Municipais no país, principalmente nos municípios com menos de 50 mil habitantes, determinando a desarmamento de cerca de 80% das Guardas Municipais brasileiras.
Mais incrível, ainda, são os meios de comunicações locais se calarem consentindo tal aberração. Exatamente nos municípios com menos habitantes é que o efetivo das Polícias estaduais são irrisórios para atender a população toda. Exatamente nesses municípios o trabalho das Guardas Municipais são mais relevantes, necessários e evidentes., senão vejamos o caso de Itu-SP que ingressou com AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE proposto pelo PSDB local: A ação diz que o efetivo da Polícia Militar de Itu reúne 88 homens e mulheres e que a guarda municipal da cidade tem 276 homens e mulheres. Metade da guarda trabalharia em apoio às policias estaduais. O PSDB alega que proibir o porte de arma aos integrantes da corporação resultaria em "caos imediato". Argumenta que utilizar o critério numérico para verificar se a guarda municipal pode ser armada ou não afrontaria o principio constitucional da igualdade, previsto no artigo 5º da Constituição, bem como a autonomia dos municípios. Alega, também, que afronta ao artigo 144 da Carta Federal pelo qual os municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei.
Fere, ainda, o princípio da isonomia e da autonomia dos municípios: porque determinado município pode armar sua Guarda e outro não?, Porque O profissional Guarda Municipal de um município pode portar arma, inclusive fora de serviço e outro só podem em serviços e, um terceiro não pode em situação alguma? 


Por incrível que possa parecer, o legislador autorizou-se a presumir- presunção iuris et de iure - que todos os membros das Guardas Municipais dos municípios com menos de 50 mil habitantes, ainda que fiscal da lei e agente do Poder Público Municipal, é potencialmente perigoso para a segurança pública e agente estimulador da violência desenfreada que assolou nosso país. Motivo pelo qual, o Princípio da isonomia e da inocência foi totalmente ignorado: Guarda Municipal de município com menos de 50 mil habitantes é um agente potencialmente violento e causador da insegurança pública. Portanto deve atuar desarmado. Por outro lado, os Guardas Municipais dos municípios com mais de 50 mil até 500 mil habitantes, só são perigosos quando estão se deslocando armados para o serviço ou regressando para suas residências após o período de trabalho, ocasiões em que devem ser presos em flagrante por crime inafiançável de porte de arma. Finalmente, há os Guardas Municipais que por pertencerem à corporações de municípios com mais de 500 mil habitantes, ou até menos, desde que capital de Estado, estes sim, são cidadãos e profissionais exemplares, acima de qualquer suspeita, podendo portar arma em tempo integral, estando ou não em serviço.


A ilegalidade é tão patente, que os Municípios de Jundiaí e de Louveira impetraram Habeas Corpus a favor de seus Guardas e a Justiça concedeu, de tal forma que nenhum Guarda desses municípios podem ser presos por porte ilegal de arma, eis que ilegal é o artigo sexto da lei 10.826/03 e MP 157/03.

Assim, algumas questões se impõe:
Afinal, a quem interessa o desarmamento das Guardas Municipais?
Porque uma empresa de segurança privada localizada num município com menos de 50 mil habitantes pode armar seus homens a a corporação que presta serviço para toda a população não?
Qual a diferença do município que tem 48 mil, 49 mil 50 mil ou 55 mil habitantes?


A mídia e a população acham correto a municipalidade gastar com a manutenção de um efetivo que não pode ser acionado quando alguém estiver em perigo, devendo esse agente apenas cuidar da estátua da praça para que o pombo não suje na sua cabeça?

A Estatua é mais importante que a vida de um cidadão?
Qual o estudo ou estatística que determinou esses índices mágicos para armar ou desarmar a Guarda?
Os bandidos vão entender que só devem procurar municípios com mais de 50 mil habitantes?

Em que o desarmamento das Guardas Municipais dos municípios de baixo índice populacional irá contribuir para diminuir a violência e a criminalidade, objetivo do Estatuto do Desarmamento?

Princípio da Tolerância Zero: agir de imediato nos chamados pequenos casos, pequenos delitos que ocorrem, logicamente, nos municípios, nos bairros, até por mera brincadeira infanto-juvenil, mas que, aos poucos vai tomando corpo, até se tornar grande.(N. do A.)
FONTE:
INTERNET
26/06/2009 – 16:57 hs

domingo, 17 de junho de 2012

A Guarda Municipal faz, seu papel nas praias !

Com apoio da Guarda Municipal,




A operação de combate à desordem nas Praias realizada neste fim de semana por agentes da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop), com apoio da Guarda Municipal, apreendeu com ambulantes não autorizados que atuavam no trecho da orla do Flamengo ao Recreio dos Bandeirantes: 13 camisas, 15 copos de vidro, 230 chaveiros, 22 óculos, 35 cortadores de unha, 147espetinhos de camarão, dois tabuleiros e retirou quatro carrinhos para transportar mercadorias que foram deixados no calçadão.
Neste domingo, agentes da Seop levaram para a 13 DP (Ipanema) um ambulante irregular que desacatou um agente que realizava a fiscalização nas areias. No sábado, guardas municipais que realizavam a fiscalização nas praias levaram para a 16 DP (Barra) um homem descontrolado que estava com um estlilete e um canivete próximo a um quiosque na orla da Barra.
A fiscalização realizou ainda um trabalho de orientação aos banhistas próximo ao espelho d'água evitando a prática de 178 jogos (altinho e frescobol), 21 pipas com cerol e a presença de 134 cães na areia no trecho da praia do Flamengo ao Recreio. Durante a fiscalização, 244 veículos foram multados e 39 rebocados por estacionamento irregular na orla.
- A praia é de todos, e essa ação preventiva tem mostrado que respeitar as normas é positivo e garante um lazer tranquilo aos frequentadores do maior cartão postal do Rio - disse Alex Costa, secretário de Ordem

sábado, 16 de junho de 2012

Só vai na pressão não é ? Senhores Gestores !

Guardas Municipais de Salvador anunciam paralisação de 72 horas


  


Os guardas afirmam que a atitude unilateral da superintendência do órgão em modificar a escala de trabalho
Salvador – Os guardas municipais de Salvador decidiram paralisar os seus serviços, em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (14) na sede da Susprev, na Avenida San Martin. O motivo da suspensão das atividades por 72 (setenta e duas) horas é a atitude unilateral da superintendência do órgão em modificar a escala de trabalho dos guardas municipais, tornando o cumprimento da jornada imposta, uma situação prejudicial aos trabalhadores.
O que vemos aqui é a falta de estrutura de trabalho, onde os guardas municipais praticamente bancam a operacionalidade da instituição. Isso deve acabar, pois buscaremos nossa valorização a qualquer custo”, afirmou Soares. Uma nova assembleia foi marcada para a próxima segunda-feira (18), às 08h, na sede da Susprev.

De acordo com o coordenador geral do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador, Jeiel Soares, a instituição tenta de todas as formas, que os trabalhadores da Guarda Municipal sintam-se oprimidos com as decisões autoritárias emanadas da superintendência.
“Os relatos feitos por diversos companheiros da Guarda Municipal demonstra a forma opressiva e o assédio moral ao qual estão sendo submetidos em sua jornada de trabalho. Todas as formas de prejudicar os trabalhadores estão sendo utilizadas.

O que vemos aqui é a falta de estrutura de trabalho, onde os guardas municipais praticamente bancam a operacionalidade da instituição. Isso deve acabar, pois buscaremos nossa valorização a qualquer custo”, afirmou Soares. Uma nova assembleia foi marcada para a próxima segunda-feira (18), às 08h, na sede da Susprev.

1º CURSO DE CDC NA GCM de São José dos Campos


 


26 Guardas Civis Municipais entre Inspetor Regional, Inspetores, Classes Distintas, 1ª e 2ª Classes freqüentaram durante 40 horas o 1º Curso de Controle de Distúrbios Civis, dentro dos moldes preconizados para as Forças de Segurança Pública, empregadas em atividades de controle urbano.
A Grade Curricular, composta de disciplinas teóricas e práticas foram desenvolvidas e projetadas para atender necessidades especificas das Guardas Civis Municipais, o Manual de Atividade de CDC para Guardas Civis Municipais, escrito pelos Inspetores Regionais Elvis de Jesus e Devair Pietraroia, serviu de linha mestra para toda a sistemática de ensino e aprendizado, editado após um período de estudos e análises, ficou “enxuto útil e prático” como foi definido por um dos alunos do 1º Curso de CDC da GCMSJC.
A estrutura logística do Curso envolveu diversos setores da GCMSJC, durante o período de Curso, foram fornecidos o café da manhã, o almoço e o café da tarde aos Alunos e Instrutores, cada aluno também recebeu seu respectivo escudo de policarbonato, capacete anti-tumulto, caneleiras com cobre pé, cassetetes de CDC, foram utilizadas espingardas calibre 12 para munição não letal, lançadores True Flit modelo AM 600 de 37/38 mm, Granadas de Mão de Luz e Som, Pimenta, Gás Lacrimogêneo de média e alta emissão, cartuchos calibre 12 anti-motin, múltiplas esferas, precision, jato direto de gás CS e gás OC e a temida “Granada Bailarina de Lacrimogêneo”, (Essa Granada após lançada permanece fazendo movimentos aleatórios e liberando o Gás CS no ambiente).
A base de ensinamento de CDC é o doutrinamento do efetivo, todo efetivo empregado em atividades de CDC tem de ser disciplinado, atento e dispor de boa capacidade física para enfrentar a rotina de treinamentos, é preciso treinar até a exaustão, nossa rotina começa exatamente as 05h55 com a primeira formatura do dia, após temos exercícios de alongamentos e pré aquecimento, depois uma corrida básica com cantos e gritos de guerra, isso aquece o operacional e ativa sentimentos de união e irmandade entre os GCM, café da manhã, sala de aula com palestras expositivas e exercícios de comando, deslocamentos, exercícios de cargas de cassetete, carga de tiros não letal, carga de granadas, carga de lançadores, posicionamentos, negociação, desobstrução de vias, proteção de instalações e serviços, retomada de espaços públicos, essa é a rotina do curso, mas ainda temos estudos de artefatos, estratégias, táticas, estudo de gases, estudos de fisiologia humana, psicologia dos conflitos, direito da ordem pública e outros assuntos relacionados, afirma um dos Instrutores, cuja equipe tem seis profissionais de ensino de CDC.
A parte teórica do Curso foi desenvolvida na sede da GCM SJC e a parte prática em uma Fazenda nos arredores da cidade de Caçapava, o local amplo e isolado permite uma perfeita instrução, o cenário ficou bem real e propiciou aos alunos novas experiências no aprendizado de técnicas de controle urbano, ainda teremos mais duas turmas de CDC para os nossos operacionais, a meta é formar 72 operacionais com plena capacidade de operações de CDC, temos a experiência de outras modalidades de Cursos e Estágios, nossos treinamentos são de reconhecida qualidade, buscamos transmitir todo conhecimento adquirido ao longo de nossa vida profissional.
Estamos preparando uma nova geração de Operacionais, de Líderes, de Comandantes e Instrutores para a GCMSJC, a Instituição da qual fazemos parte a mais de duas décadas, não é nossa propriedade, é uma Instituição Republicana, não pode ficar um dia sem estar preparada, não pode abrir mão de treinar sempre, de prestar serviços de qualidade, de garantir a paz e a ordem social no âmbito da Administração Municipal, o efetivo humano da GCMSJC é nosso maior patrimônio, quando preparamos nossos treinamentos, estamos fazendo investimentos no capital humano, fazemos isso por compromisso profissional, mas o fazemos com amor a Corporação GCM, conservamos a mesma vibração do primeiro dia de trabalho, buscamos a melhoria institucional a cada dia, e isso somente se consegue com investimentos no efetivo, ainda em 2012 teremos inovações no segmento de ensino profissional, temos atividades programadas para o ano todo, afirma um dos Inspetores Regionais com relação a necessidade de manutenção constante do ensino profissional.